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PLANO GEOMÉTRICO

 

 

A PLANO GEOMÉTRICO é uma associação cultural sediada no Porto que estruturalmente funciona como uma plataforma independente para a produção e divulgação de projectos artísticos na área da arte e criação contemporânea.

Esta estrutura legalmente constituída em 2008 produziu já diversos projectos expositivos, de pequena e grande escala. Projectos esses, concebidos pelos próprios elementos constituintes da PLANO GEOMÉTRICO ou por colaboradores associados.
O seu trabalho de concepção e produção desenvolve-se por vezes também em colaboração com outras entidades e agentes culturais externos, sendo a sua direcção constituída por profissionais com larga experiência profissional.

Uma equipa com provas dadas neste campo, de formações diversas, e que já acumula a prática de vários projectos realizados em conjunto.

A PLANO GEOMÉTRICO esteve já envolvida nos concursos públicos implementados pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes tendo recebido apoio para a produção e realização de um conjunto de exposições individuais e colectivas no campo da arte contemporânea, através do projecto IN.TRANSIT, que dessa forma realizou entre 2008-2010 um conjunto final de exposições relacionadas com os seus dez anos de programação regular, durante os quais apresentou mais de sessenta exposições.
Durante o período de 2011 e 2012 a PLANO GEOMÉTRICO esteve envolvida na produção de três grandes exposições que integraram a programação oficial de Arte e Arquitectura da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura.

Estes projectos expositivos decorreram em espaços museológicos, caso da Sociedade Martins Sarmento, onde aconteceu o projecto Devir Menor, Arquitecturas e Práticas Espaciais Críticas na Ibero-América. Este foi um projecto de investigação que se materializou numa exposição numa relação híbrida entre a arquitetura, a teoria crítica e a prática da materialidade, procurando diagramar projetos e processos de trabalho de arquitetos e coletivos situados no contexto da Ibero-América. Estes projetos arquitetónicos adquirem uma proximidade ao quotidiano e uma natureza processual, as modalidades de relação com o contexto vão alterando o próprio projeto e a obra torna-se reflexiva e relacional. Os trabalhos aproximam-se das práticas culturais, caracterizando-se também por uma reconciliação singular que desafia o global e o local; têm uma forte componente espacial e empregam, entre outras, técnicas de reciclagem de materiais, reutilização de recursos existentes, o do-it­yourself, ou experimentam modos de trabalho diversos. A exposição constou de uma instalação espacial imersiva que explorava o potencial dos desenhos, registos, vídeos e imagens dos participantes convidados, privilegiando uma relação informal e intuitiva com o público.

Num espaço fabril recuperado para albergar uma parte significativa da programação da Capital da Cultura – a Fábrica Asa – decorreram outros dois projectos: CCC_ Collecting Collections and Concepts, uma viagem iconoclasta por coleções de coisas em forma de assim e o projecto Edifícios & Vestígios, projecto-ensaio sobre espaços pós-industriais.

No caso do segundo tratava-se de um projeto-ensaio que refletiu sobre os espaços pós-industriais através de diferentes estados de edifícios e materiais. O objetivo mais imediato daquele projeto foi estabelecer um grupo de leituras sobre Guimarães e o Vale do Ave, partindo da Fábrica ASA, amplificando-as a outros locais e a preocupações mais abrangentes na Europa. Tratou-se de um projeto experimental que trabalhou com diferentes achados, arquivos e formatos visuais, articulando diversas áreas na tentativa de criar uma reflexão multidisciplinar sobre espaços e edifícios pós-industriais.

O projecto Collecting Collections and Concepts teve como ponto de partida a ideia de colecção e a selecção de obras que integram algumas das colecções institucionais públicas e privadas portuguesas como a Fundação de Serralves, a Colecção Caixa Geral de Depósitos, a colecção de fotografia BESart – Colecção Banco Espírito Santo, a colecção do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, a colecção da Fundação EDP,  a colecção do Museu do Neo-Realismo, entre outras. Co-habitando com as obras recolhidas nas colecções existentes foi realizado um importante conjunto de novas obras – cerca de trinta – produzidas por artistas portugueses e internacionais para esta exposição. A narrativa expositiva, que se desenrolava nos 2800 m2 da antiga fábrica têxtil Asa, questionava os modos de exposição mais tradicionais, esquivando-se à especialização museológica, aproximando este projecto do cabinet d’amateur, criando uma desconcertante articulação conceptual subjacente ao acto de coleccionar, acumular e arquivar objectos e obras de arte.

A PLANO GEOMÉTRICO a.c. pode ser entendida como uma estrutura laboratorial, propondo-se que nos seus projectos os autores possam testar novos tipos de trabalho, novos métodos processuais e de discussão, tanto ao nível conceptual, como de parcerias de trabalho ou de apresentações site-specific.

A Associação PLANO GEOMÉTRICO apresentou e produziu ao longo dos anos exposições e projectos na área da criação contemporânea contribuindo desta forma para o debate dos contextos da produção da arte contemporânea em Portugal.
Plano Geométrico Associação Cultural
Contacto: planogeometricoac@gmail.com

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