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O TEMPO E O MODO, para um retrato da pobreza em Portugal

O TEMPO E O MODO é uma proposta de investigação e de criação, através de documentação escrita, impressa, fotográfica e de uma série de novos trabalhos artísticos, sobre a Pobreza em Portugal, sendo o resultado de toda esta pesquisa documental e visual apresentada numa exposição e registada num livro.
A exposição foi apresentada no Pavilhão 31 em Lisboa entre 16 de Janeiro e 27 de Fevereiro de 2015.

Comissariado de Emília Tavares e Paulo Mendes

Investigação de José Neves, Rita Sá Marques e Frederico Ágoas
Com obras de Gustavo Sumpta, Hugo Canoilas, João Tabarra, Margarida Correia, Maria Trabulo, Nuno Ramalho, Pedro Barateiro e Renato Ferrão
Contribuições de Augusto Brázio, Nelson D’Aires, Paulo Pimenta, Pedro Ventura e Valter Vinagre
Seminário “Política, Austeridade e Emancipação: a Metrópole em Tempos de Crise”, organizado por UNIPOP, com a presença de António Negri, António B. Guterres, Eduardo Ascensão, Inês Galvão, Judith Revel, Nuno Rodrigues, Nuno Serra e Otávio Raposo

Indicadores económicos recentes revelam que, em Portugal, pela primeira vez desde a década de 90 do século XX, o nível de pobreza aumentou. Segundo dados recentes avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de pobreza é de 18,7% e afecta mais de dois milhões de pessoas.

Segundo o INE, um quarto (24,7%) da população está em risco de pobreza. Olhando para os segmentos da população, há conclusões inultrapassáveis que ressaltam destes números: os menores de 18 anos, as famílias com filhos a seu cargo e os desempregados são os mais afectados. São grupos sociais frágeis que estão mais expostos à iminência das ondas de choque mais violentas.

A pobreza foi uma das condições sociais que mais foi combatida, em todos os quadrantes políticos dos regimes democráticos, num espírito de solidariedade social mínima visando erradicar a exclusão económica num estado de prosperidade. O denominador comum do discurso e acções políticas, teve um rosto público bem identificado: ‘Estado Social’, que uns defendem como sistema de erradicação das exclusões (económica, social e cultural), e outros rejeitam argumentando com a insustentabilidade económica.

O pensamento cultural e artístico deve contribuir para uma reflexão e observação do estado da Pobreza, analisando a sua evolução histórica, de forma a permitir um entendimento esclarecido e crítico da mesma, que seja útil à sociedade e aos cidadãos. Julgamos por isso ser fulcral criar um panorama visual e documental da Pobreza na sociedade portuguesa, que compreenda as questões sociológicas, antropológicas, políticas, filosóficas e estéticas, articulando-as num projecto que seja uma reflexão sobre estes problemas.

(…)

 

Produção executiva do projecto / project production executive
Plano Geométrico A. C.

 

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